|
voltar

Todo
mundo trabalhando pelo desenvolvimento
Muitos
países pobres gastam mais com os juros de suas dívidas
do que para superar seus problemas sociais. Já se abrem
perspectivas, no entanto, para a redução da
dívida externa de muitos Países Pobres Muito
Endividados (PPME). Os objetivos levantados para atingir esta
meta levam em conta uma série de fatores estruturais
que limitam o potencial para o desenvolvimento em qualquer
sentido que seja da imensa maioria dos países do sul
do
planeta. Entre os indicadores escolhidos estão a ajuda
oficial para a capacitação dos profissionais
que pensarão e negociarão as novas formas para
conquistar acesso a mercados e a tecnologias abrindo o sistema
comercial e financeiro não apenas para grandes países
e empresas, mas para a concorrência verdadeiramente
livre de todos.
Metas:
-
Avançar no desenvolvimento de um sistema comercial
e financeiro aberto, baseado em regras, previsível
e não discriminatório;
- Atender as necessidades especiais dos países menos
desenvolvidos;
- Atender às necessidades especiais dos países
sem acesso ao mar e dos pequenos Estados insulares em desenvolvimento;
- Tratar globalmente o problema da dívida dos países
em desenvolvimento, mediante medidas nacionais e internacionais
de modo a tornar a sua dívida sustentável a
longo prazo;
- Em cooperação com os países em desenvolvimento,
formular e executar estratégias que permitam que os
jovens obtenham um trabalho digno e produtivo;
- Em cooperação com as empresas farmacêuticas,
proporcionar o acesso a medicamentos essenciais a preços
acessíveis, nos países em vias de desenvolvimento;
em cooperação com o setor privado, tornar acessíveis
os benefícios das novas tecnologias, em especial das
tecnologias de informação e de comunicações.
Exemplos
de possíveis ações empresariais e associativas
com o poder público, ONGs, grupos representativos locais
e fornecedores:
-
Programas de apoio à formação e capacitação
técnica profissional dos jovens menos favorecidos,
visando sua inclusão no mercado de trabalho, que podem
ser desenvolvidos nas empresas, associações
e comunidade;
- Mobilização de voluntários para criarem
situações de aprendizagem e gestão em
suas áreas de formação;
- Apoio a programas de geração de novas oportunidades
de absorção e recrutamento de jovens nas pequenas
e médias empresas;
- Apoio a programas de parceiras para a inclusão digital
da população menos favorecida;
- Programas de formação e disseminação
das novas tecnologias, em especial, da informação,
que promovam também a inclusão de portadores
de deficiência;
- Doações de equipamentos novos ou usados a
escolas, bibliotecas, instituições voltadas
ao atendimento a menores e jovens carentes;
- Estímulo a programas que contemplem o empreendedorismo
e auto-sustentação;
- Ações que promovam a inserção
das comunidades carentes na cadeia produtiva, através
de financiamento direto de suas atividades, com a disponibilização
alternativa da política de microcrédito.
|