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8 jeitos de Mudar o Mundo
Precisamos,
mais do que nunca, do engajamento dos voluntários para
que o nosso desejo de um mundo melhor para todos se transforme
em realidade.
Kofi Annan, Secretário-Geral da ONU.
O
mundo não anda mesmo muito bem. Todo mundo sabe, todo
mundo fala. Mas o que é que as empresas podem fazer
para mudar isso? Tem de começar de algum jeito. E já
começou, com os 8 jeitos de Mudar o Mundo. Acredite.
Juntos nós podemos mudar a nossa rua, a nossa comunidade,
a nossa cidade, o nosso país. Eu posso, você
pode, sua empresa pode, nós podemos mudar o mundo.
Conteúdo de abertura da Cartilha empresa 8 jeitos de
Mudar o Mundo - Editora Educar Paschoal.
A
Declaração do Milênio foi aprovada pelas
Nações Unidas em setembro de 2000. O Brasil,
em conjunto com os países-membros da ONU, assinou o
pacto e estabeleceu um compromisso compartilhado com a sustentabilidade
do Planeta.
Os
Objetivos do Milênio são um conjunto de 8 macro-objetivos,
a serem atingidos pelos países até o ano de
2015, por meio de ações concretas dos governos
e da sociedade.
Os
8 jeitos de mudar o mundo são:
1)
Acabar
com a fome e a miséria
2) Educação
básica de qualidade para todos
3) Igualdade
entre sexos e valorização da mulher
4) Reduzir
a mortalidade infantil
5) Melhorar
a saúde das gestantes
6) Combater
a AIDS, a malária e outras doenças
7) Qualidade
de vida e respeito ao meio ambiente
8) Todo
mundo trabalhando pelo desenvolvimento
Qual
o jeito encontrado pela Consultec para se engajar na Campanha?
A
Consultec Consultoria em Projetos Educacionais e Concursos,
consultoria educacional, se incorpora ao Movimento Nacional
pela Cidadania e Solidariedade, criando um selo alusivo à
campanha, a ser aplicado em diversos documentos impressos
e eletrônicos referentes aos projetos, consultorias,
processos seletivos e concursos sob a sua responsabilidade,
buscando não só divulgar o movimento, mas fundamentalmente
sensibilizar e mobilizar a sociedade para o cumprimento dos
Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, definidos pela
ONU.
Qual
é o seu jeito?
É
só procurar uma escola, um posto de saúde, uma
ONG, que você vai saber qual é o seu jeito, em
que área você pode ajudar. Acredite, o melhor
é que você pode participar aí, no seu
bairro, onde você vive. Juntos governos, empresas, organizações
sociais e cidadãos como você nós podemos
mudar a nossa rua, a nossa comunidade, o nosso país.
Eu posso, você pode, nós podemos mudar o mundo.
Participe,
discuta, faça!
O que as Redes e as Organizações Sociais podem
fazer?
1)
Mobilizar toda a sua base e parceiros, para discutir como
adaptar as Metas do Milênio à realidade brasileira;
2) Discutir com toda a
sua base e parceiros o que cada um pode fazer concretamente,na
sua área de atuação, para o atingimento
dessas Metas;
3) Discutir com toda a
sua base e parceiros que atividade ou ação cada
um pode implementar durante a Semana Nacional pela Cidadania
e Solidariedade;
4) Divulgar e expandir
a Campanha de Comunicação.
COEP
- Comitê de Entidades no Combate à Fome e pela
Vida - Sugestão
de atividades (será feita a comparação
e integração às sugestões por
Metas)
ESCOLAS
Campanhas de doação; Campanhas de redução
ao desperdício; Campanhas de arrecadação
de material fora de uso; Criação de folhetos
sobre alimentação saudável; Criação
de hortas populares; Cursos de alimentação enriquecida
e uso integral dos alimentos; Cursos de prevenção
à gravidez e às doenças sexualmente transmissíveis;
Gincana da cidadania; Oficinas de reciclagem e aproveitamento
de materiais; Promoção de palestras; Produção
de panfletos; Programas para redução e melhor
aproveitamento do lixo; Trabalho com as escolas do COEP.
IGREJAS
Ação Comunitária Global; Campanhas de
doação; Criação de hortas populares;
Cursos de alimentação enriquecida e uso integral
dos alimentos; Cursos de prevenção à
gravidez e às doenças sexualmente transmissíveis;
Debates sobre projetos de transformação social;
Estímulo à criação de cooperativas
populares; Gincana da cidadania; Realização
de mutirões; Oficinas sobre cuidados infantis; Orientação
de gestantes e oficinas sobre amamentação e
cuidado infantil; Pesagem de crianças.
SINDICATOS
Ação Comunitária Global; Campanhas de
doação; Campanhas de redução ao
desperdício; Campanhas de arrecadação
de material fora de uso; Capacitação profissional;
Debate sobre projetos de transformação social;
Divulgação da participação em
campanhas de combate à fome e promoção
da cidadania; Estímulo à criação
de cooperativas populares; Realização de mutirões;
Promoção de palestras; Produção
de panfletos; Programas para redução e melhor
aproveitamento do lixo; Vigilância nutricional.
UNIVERSIDADES
Campanhas de doação; Campanhas de redução
ao desperdício; Campanhas publicitárias; Campanhas
de arrecadação de material fora de uso; Capacitação
profissional; Criação de folhetos sobre alimentação
saudável; Criação de hortas populares;
Cursos de alimentação enriquecida e uso integral
dos alimentos; Cursos de prevenção à
gravidez e às doenças sexualmente transmissíveis;
Debate sobre projetos de transformação social;
Divulgação da participação em
campanhas de combate à fome e promoção
da cidadania; Estímulo à criação
de cooperativas populares; Gincana da cidadania; Realização
de mutirões; Oficinas de reciclagem e aproveitamento
de materiais; Oficinas sobre cuidados infantis; Orientação
de gestantes e oficinas sobre amamentação e
cuidado infantil; Promoção de palestras; Produção
de panfletos; Programas para redução e melhor
aproveitamento do lixo; Pesagem de crianças.
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Quem
é o gestor socialmente responsável?
Por
Ricardo Young é presidente do conselho deliberativo
do Instituto Ethos e presidente do UniEthos, Educação
para Responsabilidade Empresarial e Desenvolvimento Sustentável.
Não
existe empresa socialmente responsável sem que seus
líderes o sejam. E ser um gestor socialmente responsável
é bem diferente de ser um administrador tradicional.
Esse novo perfil de gestor, no entanto, ainda é uma
raridade no universo corporativo atual. Explico: os executivos
tiveram, em sua maioria, uma formação em administração
clássica, que leva em consideração conceitos
pouco sistêmicos, muito cartesianos e que priorizam
a otimização de lucros do acionista - o contrário
do que se espera daqueles que devem liderar as empresas
socialmente responsáveis daqui para a frente. Mas,
afinal, quais são as principais características
do líder socialmente responsável?
Em
primeiro lugar, o administrador deve ter em mente que seu
objetivo é gerar valor em três dimensões:
econômica, social e ambiental. Para isso, precisa ter
consciência do todo. O gestor socialmente responsável
olha a empresa de um ponto de vista holístico, isto
é, sabe que ela faz parte de múltiplos processos
interligados, complexos e multicausais. As organizações
têm uma nova função social e os gestores
devem conhecer o impacto agregado que toda a cadeia produtiva
gera em todas essas esferas.
Administrar
um negócio sob esse prisma é muito mais complexo.
É preciso lidar com diversas variáveis que não
têm a ver necessariamente com o seu segmento ou com
o seu produto, e que, no entanto, afetam o mercado. Além
disso, a incompreensão da complexidade faz com que
se tenha uma percepção ilusória, uma
visão especulativa do tempo. As pessoas acreditam que
é possível realizar coisas em períodos
muito menores do que a organicidade, a sociedade e os processos
efetivamente permitem.
O
gestor socialmente responsável também precisa
entender de ativos e passivos ocultos, que dificilmente são
contabilizados. Quanto vale uma relação de parceria
com os fornecedores? E uma carteira de clientes fiéis?
Por outro lado, quanto custa poluir o meio ambiente e ficar
vulnerável a ações de responsabilidade
civil? Ou quanto custa desrespeitar os direitos dos funcionários
e ser alvo de ações trabalhistas? Considerar
esses fatores é imprescindível para quem pensa
na sustentabilidade e no longo prazo.
Links
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PNUD - Programa das
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Ethos
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